quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Uganga, música sem fronteiras e de muita qualidade.



O Uganga é uma banda que vem se destacando no cenário brasileiro pelo que faz, porém, indo além do que tem como padrão de um estilo ao flertar com outros estilos musicais sem com isso perder sua própria identidade e tocar nos mais variados festivais com muitos artistas diferentes.
Identidade essa assinada por Manu Joker, músico super conhecido da cena, em especial, da cena extrema, por ter tocado bateria no Sarcofago na época do disco "Rotting".
O vocalista me contou um pouco sobre a história do grupo, e claro, sobre as novidades e planos futuros desse grupo que despontou do triângulo mineiro para o mundo.
Vamos ao papo !

Entrevista por Luis Carlos
Fotos: divulgação

1 – Vamos começar contando um pouco da história inicial do Uganga.
Manu “ Joker” Henriques: Vamos lá... O Uganga começou no Triângulo Mineiro em 1993 , ainda como um projeto e sob o nome inicial de Ganga Zumba. Lançamos três demos ainda com esse nome e em 2002, já rebatizados como Uganga, lançamos nosso primeiro álbum. De lá pra cá são 5 trabalhos de estúdio  , sendo que o sexto está quase saindo, um disco ao vivo gravado na Alemanha , duas tours pela Europa , discos lançados por lá , um DVD de 20 anos e trocentos giros pelo Brasil. Musicalmente falando eu diria que fazemos uma mistura de thrash metal com hardcore punk e uma dose extra de groove.


2 – Você também é bastante reconhecido por ter tocado no Sarcofago, precisamente no disco “Rotting”, e no Angel Butcher. Fale-nos um pouco sobre isso.
Manu: O Angel Butcher foi minha primeira banda, onde era baterista e vocalista, e com certeza é uma das primeiras bandas de crossover da América Latina. Começamos em 1985 e fomos até 1990. Nesse período lançamos algumas demos, fizemos bastante tape trader e tocamos com bandas como Vodu, Genocídio, Megathrash , PxUxSx entre várias outras. Em 2005 a banda voltou com outra formação e em 2010 saiu o primeiro full “ 25 Years Bleeding Ears” , que é composto por um EP gravado em 2010 além de todas as demos remasterizadas a partir da fita k7. Esse trabalho saiu  na Europa via uma parceria dos selos Metal Soldiers Records e Deformeathing Productions e se alguém quiser adquirir é só entrar em contato comigo pelo email ugangabr@gmail.com. Fizemos algumas gigs com Gritando HC, Lobotomia, Paura mas foi uma volta pontual já que minha prioridade é o Uganga . Atualmente estamos parados mas quem sabe uma hora fazemos algo? Vai saber... Já o Sarcófago foi um convite feito pelos caras em 88 para gravar um álbum que viria a ser o “Rotting”. O Wagner estava morando por aqui e a gente andava junto, ele conhecia e curtia o Angel Butcher e sabia que eu daria conta do recado quando a formação do I.N.R.I. rachou. Aceitei o convite, trabalhamos no álbum na minha casa por um mês e fomos pra BH gravar no clássico JG Estúdio. O meu combinado com os caras era gravar e só mas cheguei a fazer 3 shows com a banda em SP , tocando ao lado do grande DxRxIx , depois disso saí de vez. Eles me convidaram por mais de uma vez para ficar na banda mas eu já estava em outra trajetória musical , que viria a ser o Uganga. Em 2007 rolaram alguns shows com o Tributo Ao Sarcófago mas foi só. Tenho muito orgulho do trabalho que fiz com as duas bandas, respeito todos os músicos com quem toquei em ambas, mas o meu lugar com certeza é no Uganga.

3 – Você chegou a tocar no Tribute To Sarcófago, inclusive com uma data aqui no Rio. Como é que pintou essa ideia?
Manu: Cara o lance é o seguinte, quando saí da banda rolou um certo estresse entre as partes. Os caras fizeram de tudo para que eu ficasse e depois foram para uma revista ( Dynamite) falar merda a meu respeito, que tinham me tirado, que meu trabalho era uma bosta etc. Um grande papo furado enfim. Tenho até cartas , isso mesmo mais de uma, deles pedindo que ficasse na banda ( risos) ! Achei isso uma bosta e depois dessa treta não teve mais papo. Ficamos na real 16 anos sem nos falar. Em 2006 eu acho , encontrei o Wagner numa apresentação do Uganga aqui na área, tivemos um papo agradável e tudo ficou em paz já que não sou de ficar guardando rancor das pessoas. Com o Gerald o reencontro foi em 2007 já numa sala de ensaio em BH no dia da primeira apresentação do Tributo Ao Sarcófago, o cara com o baixo na mão plugado ( risos). Também fluiu legal e selamos a paz de vez , até porquê eu já havia desmentido eles ( risos). A ideia era para fazer só uma data no Warfare Noise Festival ao lado de Holocausto, Chakal, Witchhammer , Sextrash e Calvary Death. O resultado foi foda, a galera pirou e a Cogumelo resolveu fazer mais umas datas em consenso com as partes, mesmo sem a presença do Wagner. Eu não tive nenhum envolvimento nisso a não ser tocar bateria a convite de quem representa a banda. Penso assim, aquilo não foi uma volta do Sarcófago mas com certeza não era uma banda cover. Tinha o baixista que gravou todos os trabalhos da banda desde a primeira demo, um guitarrista ( Fábio Jhasko) que gravou um dos clássicos da banda e um batera que gravou outro clássico. Além disso o vocalista desse projeto, Juarez Tibanha, foi roadie da banda e tocou com o Wagner no Cirrhosis. Estava tudo em casa e tinha muita verdade ali. Independente  de quem curtiu ou não a ideia,  pra mim foi um rolê bem legal com data pra começar e acabar. Ao todo fizemos 7 shows em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Brasília, Goiânia, Araguari, Uberaba e Santiago no Chile com o Possessed.


4 – O Uganga é uma banda que flerta com várias vertentes do Rock pesado, porém, parece ter um apelo pop e uma visão diferenciada na questão de como vocês trabalham. O fato de flertarem com vários estilos é a motivação maior?
Manu: Cara, nos misturamos os estilos que compõe a identidade do Uganga, Trabalhamos com thrash metal, hardcore punk, alguns detalhes do rap e de dub também... Eu diria que fazemos o nosso tipo particular de crossover, que tem sim infuëncias de bandas como Excel, DxRxIx etc mas vai além dessa vertente. Conseguimos transitar em festivais de segmentos bem diferentes, já tocamos em eventos com Amen Corner ou Elza Soares, com Racionais MC´s ou Vulcano. Acho legal termos essa abertura até porque não temos nenhum interesse em nos prender a determinado gueto musical ou a defender ideias radicais. Porém apesar de termos um gosto musical bem amplo , não é tudo que gostamos que colocamos no Uganga. Somos uma banda que funde determinados estilos a nossa maneira e levou um tempo até chegarmos a essa assinatura. Procuramos trabalhar sério mas nos divertimos muito com o que fazemos.

Manu com o UGanga, na abertura do show do Corrosion of Conformity.
5 – Vocês cantam na língua portuguesa. Qual a importância para a banda em cantar nesse idioma, já que muitos optam por cantar em inglês, sendo que vocês também são uma banda que já fez bastante shows no exterior.
Manu: Eu escrevo todas as letras do Uganga e desde o início optei pela nossa língua pois no Uganga o papo é bem a real, é conversa de rua, uso as nossas gírias, canto como converso com meus amigos ou desafetos ( risos). Eu já cantei e escrevi em inglês em outras bandas , não tenho problema com isso, mas no UG usar o português com certeza potencializa nosso recado. Mesmo na Europa a resposta para isso tem sido muito boa e seguiremos assim. Pode até rolar um ou outro som em outra língua mas algo pontual.


6 – A banda parece se envolver na produção ode eventos, assim como causas sociais. Conte-nos sobre isso.
Manu: Procuramos fazer nossa parte sempre que possível. Já tocamos em eventos beneficentes , já demos oficinas musicais gratuitas, se a ideia é interessante a gente abraça. É legal com certeza tocar em eventos grandes com um bom cache, muito público, promoção e tal, mas as vezes tocar numa escola de periferia , conversar com a molecada é igualmente inspirador, mesmo que seja de graça. Temos ideia de fazer algo nas penitenciárias também. É um projeto que a gente vem falando com nosso empresário Eliton Tomasi a algum tempo e creio que em 2019 vai rolar. Eventos propriamente ditos a gente não faz muitos , mas estamos envolvidos na produção do Festival Triangulice que rola aqui em Araguari , na rua e de graça, e que já está na segunda edição. Eu fiz por um bom tempo o Festival União em algumas cidades aqui do Triângulo onde você mesmo chegou a tocar com o Statik Majik, e meu irmão ( Marco – baterista) faz o Festival Pegando Fôgo aqui em Araguari no Vitrola Ambiente Cultural. Acho muito importante estar atuante na cena não só tocando mas fazendo algo pelo fortalecimento da mesma e fortalecendo parcerias reais.


7 – Além disso, tem o programa Underdose, que você já tem há bastante tempo. Fale-nos sobre o programa.
Manu: O Underdose está fazendo 4 anos, já estamos no episódio 46 e registramos vários rolês incríveis. Eu e o Guilherme Diamantino ( DCV)  tivemos essa ideia pois sempre conversamos muito sobre música tomando uma cerva, é algo corriqueiro pra gente. Na real mesmo quando tem uma galera junto a gente acaba falando mais ( risos). Os amigos sempre diziam pra gente filmar esses papos e ai surgiu o Underdose. Além disso eu viajo muito com o Uganga , vamos a festivais legais, encontramos artistas interessantes dos mais variados estilos então acaba sendo algo fácil de fazer. Atualmente além do nosso canal no Youtube ( www.youtube.com/c/underdosetv ) estamos no ar TV em um canal local chamado Canal da Gente. Com a mudança do Guilherme para SP eu passei a apresentar o Under sozinho e ele colabora eventualmente, mas a parceria permanece a mesma.

8 – Como perguntei antes, apesar da banda transitar por estilos bem diferentes do Metal, o grupo parece muito respeitado na cena do estilo. Você acha que isso se deve também ao fato de você ter tocado em uma banda tão importante como Sarcófago?
Manu: Acho que no começo com certeza ajudou , mas esse respeito não duraria se fosse só isso. O Uganga vai fazer 25 de estrada em novembro. Acredito que as pessoas conseguem enxergar verdade na nossa música, conseguem enxergar nossa entrega no palco e sabem que estamos nessa por amor ao que fazemos. Tá cheio de banda genérica ai brigando pra ver quem é o mais humilde, ou o mais extremo ou o mais técnico ou seja lá o que for. Tá cheio de banda seguindo cartilha , estudando o mercado pra agradar determinada parcela do público mas essa não é a nossa. Fazemos o som que queremos, o som que nos inspira e não o que está na moda . Acredito que as pessoas percebem isso,  e por isso nos respeitam, mesmo que não curtam nosso som.

9 – O que a banda anda fazendo atualmente e quais os planos futuros?
Manu: Temos tocado bastante na tour do nosso DVD de 20 anos “ Manifesto Cerrado”, fomos a Recife no Abril Pro Rock, tocamos em SP com o C.O.C. , no Festival Timbre aqui em Uberlândia num show junto com o Clemente dos Inocentes/Plebe Rude , vamos pra Belém tocar com o Master ( EUA) e mais uma porrada de bandas legais, tem o Rural Rock aqui em Lagamar onde também terá Master, Nervochaos etc... O rolê tá legal. Paralelamente a isso estamos terminando as gravações do nosso sexto álbum de estúdio que se chamará “ Servus” e sairá em breve pela Wacken Foundation. Junto com essas gravações estamos trabalhando também em 3 clipes pro álbum e preparando nossa terceira ida a Europa. Ainda participamos dos tributos ao Motorhead e ao Black Sabbath lançados pela Secret Service ( UK) e estamos também no tributo ao AC-DC sairá em breve pelo mesmo selo. 2019 será um ano de muito trabalho e, esperamos, muita colheita boa também.


10 – Deixe seu recado final para os leitores do Arte Condenada.
Manu: Acho que está todo mundo cansado de falar de política então nem vou entrar nesse assunto,  mas quero dizer uma coisa a quem leu essa entrevista. Por causa dessa polarização ridícula de extremistas de direita e esquerda o nosso país, que já tá mal das pernas faz muito tempo, pode enfrentar dias piores ainda. De verdade espero que não, sou um otimista  , mas as perspectivas tanto para um lado quanto pro outro, ao meu ver, são péssimas. O que tenho a dizer é para as pessoas deixarem de lado tanto ódio, tanta segregação e entenderem que essa terra é de todos nós, mesmo com diferenças. Separados, enfraquecidos, brigando por migalhas ou endeusando vagabundos , ladrões ou fascistas , somos massa de manobra e nada mais. Obrigado pelo espaço mano, um salve a todos.


segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Nervosa, a mais nova força do Metal Brasileiro para o mundo.



Nervosa, a mais nova força do Metal Brasileiro para o mundo.

Assim como já toquei em dois eventos com a Nervosa, cheguei a produzir um evento com elas em minha cidade, Rio de Janeiro, e assim, pude observar o quanto aquelas Banda que despontava no cenário e já atraía um público fiel foi aos poucos se tornando um dos grandes nomes do novo Metal Brasileiro.
Fazendo diversas turnês mundo afora, a Nervosa vem consolidando seu nome tocando nos mais importantes eventos do cenário e ao lado de importantes nomes do Metal mundial. Aproveitei a passagem da banda pelo Brasil para entrevistar a baterista Luana Dametto, que também é a mais nova integrante do grupo.
Vamos ao papo !

Entrevista por Luis Carlos
Fotos: divulgação




1 – A Nervosa tem estado constantemente na estrada, mais recentemente por conta da divulgação odo novo trabalho, “Downfall of Mankind”, lançado nesse ano. Como tem sido a receptividade tanto do disco como das turnês?

A receptividade do novo disco tem sido melhor do que esperávamos, está realmente muito boa. Acabamos de voltar de uma tour Europeia de um mês e meio, e tivemos os melhores resultados possíveis, sentimos que as pessoas estão muito mais empolgadas com o nosso novo set list ao vivo, e as vendas do novo disco tem sido realmente boas. Ficamos muito felizes com esse resultado do público.

2 – Você é a mais nova integrante da banda. Como e quando pintou o convite para entrar na Nervosa e como tem disso tocar com elas? Lembro de que quando produzir evento da banda no RJ, você tinha acabado de entrar na banda.

Eu tocava em uma banda de Death Metal antes da Nervosa, e acabei tocando no Rio Grande do Sul com o Nervochaos. Quando as meninas ficaram sem baterista, a Prika saiu para procurar e perguntar para as pessoas quem elas poderiam conhecer e se encaixar com o perfil da banda, e foi nessa que ela perguntou ao Edu, e a indicação que ele deu fui eu. Depois disso eu fui pra São Paulo pra um audição e acabei entrando na banda. Tem sido muito bom, temos metas muito parecidas e também uma amizade desde que entrei na banda, isso é o mais importante.

Luana Damatto


3 – Você não passou pelos problemas que a banda enfrentou no começo da carreira quando a banda foi vítima de muito preconceito nas redes sociais. Qual a tua opinião respeito e que a banda fez para passar por cima desses problemas?

Creio que as pessoas tenham se acostumado com a banda, e percebido que não adianta nos jogar pedras, pois continuaremos fazendo o que gostamos independente dos comentários que receberemos, se as pessoas não gostam do que fazemos, isso é problema delas. A Nervosa teve um grande sucesso logo de cara, quando a banda tinha recém começado, então a cada ano que passo é perceptível a evolução musical e profissional, e isso também vem mostrando pra muito gente que não estamos aqui por aparência ou brincadeira. Continuaremos independente das circunstâncias, pois somos verdadeiras ao que gostamos.

4 – Acredito que você já tenha realizado e vivenciado muitas conquistas na sua carreira hoje tocando com a Nervosa. Existe ainda algum sonho a realizar, seja como baterista ou pela banda?

Como baterista já realizei muito sonhos, como conseguir grandes e ótimas marcas que me apoiam, que fazem com que tudo seja mais viável pra mim. Acho que meu sonho é sempre melhorar como musicista, tenho metas pessoais e sempre tento atingi-las, isso cobre meus sonhos como bateristas e na banda. 

5 – Sei que você não participou de todos os discos, mas sobre a discografia da banda você poderia falar um pouco sobre o que cada um deles representou na carreira da banda?

Creio que o primeiro álbum, "Victim of Yourself", foi quando a Nervosa ainda estava se formando como banda e descobrindo seu estilo, foi o primeiro esboço do que a banda ofereceria no futuro, e já é um grande álbum em termos de gravação e produção, creio que a banda já começou muito melhor que a média, por isso sempre chamou atenção. O "Agony" já é uma versão sólida da Nervosa, que vem com muito peso nos timbres e mostra o que a banda quer sair, foi onde a banda ficou muito mais conhecida, conseguiu coisas maiores e teve uma visibilidade internacional ainda maior. O último álbum, "Downfall of Mankind", é a versão mais recente e “atualizada” do quando a banda evoluiu, é musicalmente mais complexo e rápido, e mostra o resultado da experiência adquirida em todos esses anos de tour. Esperamos que o próximo álbum seja mais violento ainda, essa sempre será a meta.

6 – Para quem curte Metal há bastante tempo como eu, no passado pouco se viam mulheres atuando em bandas de Metal. Hoje, isso não acontece, pois temos por aí várias mulheres tocando. Qual é o papel da mulher no cenário hoje e quais mulheres você destacaria? (seja banda ou instrumentista).

É muito importante termos outros mulheres como exemplo e influências, porque sabemos que também é possível e todos tem a mesma capacidade de fazer o que quiser, no passado as mulheres tinham dificuldade de entram outra inspiração feminina, e é ótimo que a nova geração possa encontrar tantos exemplos vindo de outras mulheres no meio, também estamos servindo de influência para outras meninas, e isso é muito relevante pra nós. Eu citaria a baterista Anika Niles, é uma grande baterista que está chamando muita atenção ao redor do mundo hoje em dia, é uma das minhas favoritas.

7 – Que conselho você daria como baterista para quem está começando?

Toque somente o que você gosta, aprenda especificamente no que você quer ficar bom, e se divirta tocando e aprendendo até atingir suas metas, não tenha pressa, apenas tenha um bom momento enquanto toca o que gosta. Esse é o caminho, pois tocando o que se gosta e se divertindo com isso, isso jamais se tornará maçante, e é aí que você aprende muito mais, não ficando estressado ou super carregado. Você não precisa ser bom em tudo, mas seja bom no que gosta, mesmo que isso seja a coisa mais simples do mundo.

8 – Deixe seu recado final para os leitores do Arte Condenada.

Fico feliz pelo espaço que o Arte Condenada proporcionou e agradeço a todos que tiraram um tempinho pra ler a entrevista, espero vê-los por aí, valeu!

Uganga, música sem fronteiras e de muita qualidade.

O Uganga é uma banda que vem se destacando no cenário brasileiro pelo que faz, porém, indo além do que tem como padrão de um estilo ao f...